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Resumo: A modernidade, para além de um tempo histórico da cronologia filosófica, passou a ser um conceito que ainda gera grandes embates entre os teóricos. De fato, pode-se perguntar "em que consiste a modernidade?". Será, a modernidade,... more
Resumo: A modernidade, para além de um tempo histórico da cronologia filosófica, passou a ser um conceito que ainda gera grandes embates entre os teóricos. De fato, pode-se perguntar "em que consiste a modernidade?". Será, a modernidade, um projeto acabado ou está ainda vigente? Essas perguntas têm motivado várias respostas, tanto no intuito de defender o esgotamento da modernidade quanto no esforço de evidenciar sua vigência. Diante dessa problemática filosófica a respeito da modernidade, Jacques Maritain, à luz da filosofia neoescolástica francesa, também procura elaborar sua leitura. Nesse sentido, o que se pretende neste artigo é apresentar a leitura de Maritain sobre a modernidade encontrada, de modo mais especial, em sua obra "Humanismo Integral" (1937). Para tanto, serão evidenciados os pressupostos da discussão maritaniana da modernidade, subsequente, a identificação teórica que este autor faz entre modernidade e tragédia mediante a dialética do humanismo e, por fim, sua discussão histórica e sua fundamentação cultural. Pretende-se, ao final, evidenciar que Maritain não se encontra no binômio: pós-modernistas ou modernistas tardios, mas apresenta uma leitura original da modernidade desde uma perspectiva histórico-cultural crítica do humanismo. Palavras-chave: Humanismo Integral de Jacques Maritain. Modernidade. Dialética do Humanismo. Neoescolática francesa. Abstract: The modernity, beyond a historical time of the philosophical chronology, has become a concept that still produces great clashes between theoreticians. In fact on might ask "what does the modernity consist of?" Is modernity a finished project or is it still in force? These questions have been causing several answers, on the hand in order to defend the exhaustion of the modernity on the other hand in the effort to demonstrate its validity. In the face of this philosophical problematic of modernity, Jacques Maritain by the light of French neo-scholastic philosophy, also tries to elaborate his reading. In this sense which is claimed in this article is to present the Maritain"s reading on the considered modernity, more especially, in this work "Integral Humanism" (1937). For so much, it will be shown up: the presuppositions of the Maritanian
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As relações entre Marx e a modernidade são um tema bastante explorado. Porém, possuem a relevância de direcionar a atenção para os discursos propriamente filosóficos mais do que as análises sócio-econômicas feitas por este autor. Neste... more
As relações entre Marx e a modernidade são um tema bastante explorado. Porém, possuem a relevância de direcionar a atenção para os discursos propriamente filosóficos mais do que as análises sócio-econômicas feitas por este autor. Neste artigo  pretende-se, a partir de uma leitura kantiana de Marx, delinear alguns comentários com o intuito de identificar nele certa compreensão filosófica sobre a modernidade – ainda que Marx não utilize propriamente o termo “modernidade”. Por meio de uma revisão bibliográfica e para alcançar o intento deste artigo, três textos serão comentados: A ideologia alemã (1846), O Manifesto do Partido Comunista (1848) e as Contribuições críticas à economia política (1859). A escolha destas obras se deve, por um lado, pela proximidade dos temas; por outro, pela relevância que os comentadores dão a elas na hora que comentar a modernidade em Marx.
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O presente texto se insere nos pressupostos teóricos dos Estudos do Desenvolvimento. Porém, no momento, quer-se abrir um primeiro recorte: como o conceito de ‘ambiental’ discutido por Enrique Leff obriga necessariamente a uma discussão... more
O presente texto se insere nos pressupostos teóricos dos Estudos do Desenvolvimento. Porém, no momento, quer-se abrir um primeiro recorte: como o conceito de ‘ambiental’ discutido por Enrique Leff obriga necessariamente a uma discussão crítica sobre a racionalidade moderna que sustenta o discurso epistemológico para o desenvolvimento, e, mais especificadamente, ao pensamento de Heidegger. Para tanto será percorrido o seguinte caminho: [1] a discussão da revisão epistemológica do próprio desenvolvimento pela abertura da temática do ambiental; e [2] que conceitos heideggerianos podem, de início, ser tomados para a questão epistemológica de fundo ao desenvolvimento, qual seja, o conceito de ciência.
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O texto traduzido no original é: [Bauen, Wohnen, Denken] (1951) e corresponde a uma conferência pronunciada pelo fi lósofo Heidegger por ocasião da “Segunda Reunião de Darmastad”, publicada em Vortäge und Aufsätze, G. Neske, Pfullingen,... more
O texto traduzido no original é: [Bauen, Wohnen, Denken] (1951) e corresponde a uma conferência pronunciada pelo fi lósofo Heidegger por ocasião da “Segunda Reunião de Darmastad”, publicada em Vortäge und Aufsätze, G. Neske, Pfullingen, 1954. Tradução direta de: HEIDEGGER, M. Bauen Wohnen Denken. In: Gesamtausgabe. I. Abteilung: Veröff entlichte SchriŌ en 1910-1976. Band 7. Vorträge und Aufsätze. Frankfurt am Main: ViƩ orio Klostermann, 2000, pp.146-165. Esta tradução, apesar de já exisƟ r uma para o português, faz parte do Projeto de Pesquisa em Estudos sobre o Desenvolvimento do Prof. Dr. Josemar Campos Maciel e parte da minha pesquisa de Doutorado em
Desenvolvimento Local pela UCDB. Ela procura valorizar os elementos de uma
racionalidade ambiental e dos recentes estudos sobre fi losofi a ambiental, principalmente
à luz a compreensão de Enrique Leff , e tem por objeƟ vo fazer uma
compreensão sobre o desenvolvimento
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This article refers to the few reflections on the influences or not between Heidegger’s thought and Žižek’s thought. It intends: [1] to present an unorthodox reading of Heidegger’s philosophical and political thinking when confronted both... more
This article refers to the few reflections on the influences or not
between Heidegger’s thought and Žižek’s thought. It intends: [1] to present an unorthodox reading of Heidegger’s philosophical and political thinking when confronted both with Žižek’s comments on Heidegger and with the confrontation that can made with Žižek’s political thought; and [2] once reviewed Heidegger’s political thinking, to recognize it as significant critique of liberal thought. For that, a literature review is done on the subject, that is, on what was produced on Heidegger- Žižek relation. In this one, it finds two commentators with special relevance, who develop this approximation between both. Whit this basic theoretical background, among others, we arrive at the following corollary: there is an alternative of reading Heidegger’s thought with respect to political philosophy
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Resumo: O presente artigo é uma discussão sobre a noção heideggeriana de Überwindung. Seu objetivo é duplo: por um lado, [1] mostrar a perspectiva que tal termo deve ser compreendido; por outro, [2] aprofundar esta perspectiva à luz de... more
Resumo: O presente artigo é uma discussão sobre a noção heideggeriana de Überwindung. Seu objetivo é duplo: por um lado, [1] mostrar a perspectiva que tal termo deve ser compreendido; por outro, [2] aprofundar esta perspectiva à luz de comentários ao aforismo I do texto Überwindung der Metaphysik (GA 07). Para tanto, duas questões são postas: em que perspectiva e que questões estão implícitas quando Heidegger propõe o projeto da Überwindung der Metaphysik?; e por que uma Überwindung contém em si tantos problemas? De modo a discutir e comentar tais questões, o artigo percorre dois caminhos: [1] faz-se uma análise da própria indicação heideggeriana da perspectiva de compreensão da Überwindung der Metaphysik, qual seja, revisitar, a partir de um olhar determinado, a construção da noção de história do ser. Esta, por sua vez, tem sua gênese antes mesmo da própria Kehre. Mais especificadamente, na reinterpretação que o próprio Heidegger faz de seu texto Vom Wesen der Wahrheit. A partir desta reconsideração feita por Heidegger e inserida em seu próprio texto, é possível detectar quatro teses fulcrais que traçam essencialmente a metafísica e que justificam a sua superação. São elas: [a] o fato de o ser, originariamente, se velar e provocar, historialmente, o seu esquecimento; [b]a relação entre a verdade do ser e a história, que se desenvolve como história do ser; [c] a ideia de que pertence ao ser um caráter originário de retração de si mesmo e que essa retração (a verdade do ser) é um destino que pertence à história do pensamento metafísico e se configura na própria essência da metafísica; [d] afirmar que a certeza da manifestação da essência coincide com o seu fim. [2] Adentra-se, mediante uma aproximação pari passu, no aforismo I do texto Überwindung der Metaphysik, com intuito de comentar a problematicidade do termo Überwindung quando usado para repensar a metafísica à luz da perspectiva da história do ser. Palavras-chave: Heidegger. Überwindung der Metaphysik. Ver-endung.
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Resumo: O presente artigo objetiva, ao revisitar a obra Oratio de hominis dignitate composta pelo humanista renascentista Giovanni Pico Della Mirandola (1463-1494), um duplo intento: sustentar que as noções de dignidade e liberdade,... more
Resumo: O presente artigo objetiva, ao revisitar a obra Oratio de hominis dignitate composta pelo humanista renascentista Giovanni Pico Della Mirandola (1463-1494), um duplo intento: sustentar que as noções de dignidade e liberdade, presentes nessa obra, se distanciam do pensamento cristão tradicional, de modo crítico, justamente porque derivam de uma leitura filosófica da teologia cristã da criação; e mostrar que a conclusão a respeito da noção de liberdade apresentada por Sartre no pensamento contemporâneo pode ser encontrada de modo germinal, guardada as devidas proporções, na leitura piquiana da criação. Para tanto, exporemos uma breve retomada do contexto histórico-filosófico que permitiu ao filósofo engendrar a Oratio bem como suas pretensões para com essa obra; falaremos, em um segundo momento, como o platonismo religioso de Marsílio Ficino, principal matriz teórica a partir do qual os conceitos de dignidade e de liberdade foram modulados, foi recebido e desenvolvido no pensamento de Pico; e como as influências e as rupturas com pensamento de Ficino e a leitura filosófica da teologia cristã da criação são importantes para recolocar os conceitos de dignidade e de liberdade, permitindo assim entrever, por meio deles, semelhanças com o pensamento sartreano. Abstract: This article aims, while revisiting the work Oratio de homninis dignitate composed by the humanist renaissantist Giovanni Pico Della Mirandola (1463-1494), a double intention: to support that the notions of dignity and freedom presents in this work distance of the traditional Christian thought, of critical way, just because they drift of a philosophical reading of the  Artigo recebido em 08/12/2015 e aprovado para publicação pelo Conselho Editorial em 28/12/2015.  Mestre em Filosofia pela Universidade Federeal de Goiás. Pesquisador da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Currículo lattes:
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O artigo que segue expõe a primeira discussão de fôlego de Heidegger sobre a liberdade depois de Ser e Tempo. Ela aparece nos escritos onde o filósofo se debruça sobre a questão do fundamento, de modo a evidenciar seu horizonte de... more
O artigo que segue expõe a primeira discussão de fôlego de Heidegger sobre a liberdade depois de Ser e Tempo. Ela aparece nos escritos onde o filósofo se debruça sobre a questão do fundamento, de modo a evidenciar seu horizonte de compreensão ontológico e a distanciar das tradições racionalistas e voluntaristas. Assim, o objetivo desse artigo é reconstruir a relação que Heidegger faz entre liberdade e fundamento em dois momentos: mostrar como a liberdade é um modo de ser fundamental do Dasein; e por segundo, asseverar de que modo essa liberdade é condição de possibilidade para a própria compreensão do fundamento.
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This article gives an account of Heidegger’s first deep discussion about freedom after Being and Time. It appears in the writings where the philosopher focuses on the ground question, in order to highlight its horizon of ontological... more
This article gives an account of Heidegger’s first deep discussion about freedom after Being and Time. It appears in the writings where the philosopher focuses on the ground question, in order to highlight its horizon of ontological understanding and the distance of the Rationalist and Voluntarist traditions. Therefore the aim of this article is to rebuild Heidegger’s connection between freedom and ground in two moments: to show like the freedom is a way of being fundamental of Dasein; and secondly assure that this “freedom” is the condition of possibility toward the own understanding of ground.
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This article tries to articulate both the change of the Heidegger’s thought after Being and Time with the issue of ground i.e. the care to give rise to the characterization of concept of transcendence like Dasein’s fundamental structure;... more
This article tries to articulate both the change of the Heidegger’s thought after Being and Time with the issue of
ground i.e. the care to give rise to the characterization of concept of transcendence like Dasein’s fundamental
structure; and to understand in that sense Heidegger describes the phenomenon of transcendence to the extent
that it’s the enclosure of the problem of ground, assigning it a transcendental horizon. To the end, it is necessary
to reconstruct the way that Heidegger has done to deal with ground from your two works of the end of the twenty
decade - The metaphysical foundations of logic in the Leibniz’s writings and On the essence of ground – and
your effort of to outline a transcendental concept to the ground.
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Falar de “fundamentos filosóficos” para os Direitos Humanos, apesar da ampla literatura existente, não é uma tarefa nada fácil. Em primeiro lugar temos que pressupor duas coisas: que temos ciência tanto da suficiente dignidade do ser... more
Falar de “fundamentos filosóficos” para os Direitos Humanos, apesar da ampla literatura existente, não é uma tarefa nada fácil. Em primeiro lugar temos que pressupor duas coisas: que temos ciência tanto da suficiente dignidade do ser humano, de modo a conferir-lhe direitos, quanto do que é isso que dizemos por ‘Humano’. Assim, nesta comunicação queremos nos ater apenas ao segundo problema em específico: o que queremos dizer quando utilizamos o termo ‘Humano’ para significar o ‘Ser’ do homem? A fim de problematizar essa questão, tomamos por referencial teórico as reflexões herméticas de Heidegger, de modo especial, sua famosa carta direcionada a Jean Beaufret em 1946, popularizada sob título Brief über den "Humanismus". O que pretendemos com essa questão é expor as problemáticas intrínsecas à própria questão de se pensar o homem em sua humanidade e, com ela, repensar os modelos teóricos do próprio humanismo, haja vista que, segundo Heidegger, todo movimento de reforço da humanidade do humano, já mostra sua ausência de sentido. Em termos conclusivos, seria, então, o caso de se reavaliar que sentido ainda tem a defesa do humano e em que medida Nietzsche teria razão quando anunciou a própria superação do humano.
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This article has the task to think what has long been thought, and today, even questioned the possibility of again by this question, which is the existence of God. However, this intention does not refer to any particular religious concept... more
This article has the task to think what has long been thought, and today, even questioned the possibility of again by this question, which is the existence of God. However, this intention does not refer to any particular religious concept of divinity or any religious practice, but is made from what we can say God Question, that is, the possibility that the question itself has to put questions to the thought . Upon such epistemological, it follows a historical-epistemological framework of the ways the question was put in Western thought as well as their difficulties, passing by the scholastics theism as Anselm and Aquinas, the Enlightenment Deism of Voltaire and Kant, atheism of Karl Marx, Nietzsche’s the post-atheism and contemporary as today one can still clarifying the issue, from Bultmann. It is not intended or defends either position, but just replace the question by the theoretical frameworks of the present day, trying to maintain the dynamics of this type of question: questions put to thought
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O presente artigo é uma tentativa de se tocar naquilo que se auto-manifestou do Espírito como possibilidade de compreensão. Para tanto, se intenta perpassar os caminhos etimológicos, bíblicos e teológicos, sobretudo o cristológico e o... more
O presente artigo é uma tentativa de se tocar naquilo que se auto-manifestou do Espírito como possibilidade de compreensão. Para tanto, se intenta perpassar os caminhos etimológicos, bíblicos e teológicos, sobretudo o cristológico e o trinitário, como inter-relacionabilidade pneumatológica, de modo a clarificar a compreensão deste “ente vital” que não se deixa ser objetivado, segundo as concepções epistemológicas, e que, no fundo, se comporta, acima de tudo, como horizonte e condição de possibilidade de qualquer discurso pneumatológico.
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O presente artigo tem por objetivo refletir a atualidade da dialética entre a Eclesiologia da Libertação e a forma entendida de ser Igreja por Roma. Neste, se priorizam o processo teórico-teológico em que a TL foi configurada, os fatores... more
O presente artigo tem por objetivo refletir a atualidade da dialética entre a Eclesiologia da Libertação e a forma entendida de ser Igreja por Roma. Neste, se priorizam o processo teórico-teológico em que a TL foi configurada, os fatores tanto políticos e religiosos para o processo de des-construção desta teoria teológica na América Latina e como hoje ela se configura e quais são suas dificuldades.
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John Duns Scotus (1266-1308), filósofo e teólogo escolástico franciscano. Em sua obra De Primo Principio, elabora sua demonstração ontológica da existência de Deus, não obstante, considerado objeto da metafísica. Se apoiando em um... more
John Duns Scotus (1266-1308), filósofo e teólogo escolástico franciscano. Em sua obra De Primo Principio, elabora sua demonstração ontológica da existência de Deus, não obstante, considerado objeto da metafísica. Se apoiando em um abstrato conceito de ser, articula sua tese inferindo a existência de um ser em ato que é trinamente primeiro, em acordo com a causalidade aristotélica, mas, também infinito e uno. Com efeito, levando em consideração que grande parte dos escolásticos se debruçou sobre a mesma questão, questiona-se a necessidade real de uma argumentação racional frente a um contexto histórico de Cristandade e suas implicativas para a atualidade.
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É óbvio que qualquer estudo Antropológico tenha como natureza a pergunta pelo anthropos. A máxima socrática do “Conhece-te a ti mesmo”, tal como recorda Groethuysen (1982, p.09), “é o tema de toda a antropologia [...]”. Contudo, ao se... more
É óbvio que qualquer estudo Antropológico tenha como natureza a pergunta pelo anthropos. A máxima socrática do “Conhece-te a ti mesmo”, tal como recorda Groethuysen (1982, p.09), “é o tema de toda a antropologia [...]”. Contudo, ao se tratar de Antropologia Filosófica, ou seja, de uma reflexão filosófica sobre o anthropos, duas coisas devem ser distinguidas antes de qualquer consideração: a facticidade da pergunta pelo humano e a teorização sobre essa pergunta.
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Esse texto é uma retomada histórico filosófica do conceito de autonomia.
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O presente texto apresenta uma proposta de tradução e um comentário ao Aforismo I do ensaio de Heidegger Superação da Metafísica
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O texto procura problematizar a racionalidade moderna por meio da crise ambiental constatada por Leff e busca uma saída por meio de intuições do pensamento heideggeriano
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This article aims at analyzing the film, 1984 – an adaptation, by the same name, of the novel by George Orwell, for the cinema, directed by Michael Radford – from two viewpoints. If the first viewpoint speaks of a phenomenological... more
This article aims at analyzing the film, 1984 – an adaptation, by the same name, of the novel by George Orwell, for the cinema, directed by Michael Radford – from two viewpoints. If the first viewpoint speaks of a phenomenological understanding of style, the second relates to the critical theory of society. Although, for Orwell, totalitarian political strength was that which recreated temporally a society by the manipulation of the media, today this thesis still stands by way of the strength of the articulation of the era and of the media. It is not only the industrial culture which should take responsibility for the impoverishing of the individual, but also the fact that the subject identifies itself, without measure, with totality, and, for this reason, does not develop its potential for lack of clarification.
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RESUMO: O presente artigo é um primeiro estudo sobre as poucas reflexões feitas a respeito das influências ou (des)influências entre o pensamento de Heidegger e o de Žižek. Pretende-se com ele: [1] apresentar uma leitura não ortodoxa do... more
RESUMO: O presente artigo é um primeiro estudo sobre as poucas reflexões feitas a respeito das influências ou (des)influências entre o pensamento de Heidegger e o de Žižek. Pretende-se com ele: [1] apresentar uma leitura não ortodoxa do pensamento filosófico e político de Heidegger quando confrontados tanto com os comentários de Žižek sobre Heidegger, como pelo enfrentamento que pode ser feito com o pensamento político de Žižek, e, [2] uma vez revisto o pensamento político de Heidegger, reconhecê-lo como uma significativa crítica ao pensamento liberal que retira as condições humanas de direitos. Para tanto, faz-se uma revisão de literatura a respeito do assunto, qual seja, sobre o que se produziu sobre a relação Heidegger-Žižek. Nesta, encontra-se, com especial relevância, dois comentadores que desenvolvem esta aproximação entre ambos. Com esta matriz básica teórica, entre outras, chega-se ao seguinte corolário: há uma alternativa de leitura do pensamento heideggeriano com respeito à filosofia política.
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A presente apresentação é uma retomada da evolução filosófica do conceito de autonomia.
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Fichamento em forma de Cornell do Consenso de Washington
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PREÂMBULO Não me considero filósofo porque me graduei em filosofia, mas nem por isso não me ponho a pensar. Apenas acho que o rótulo é pesado demais para mim, haja vista a imensa história que carrega o nome "filósofo". Estou mais para um... more
PREÂMBULO Não me considero filósofo porque me graduei em filosofia, mas nem por isso não me ponho a pensar. Apenas acho que o rótulo é pesado demais para mim, haja vista a imensa história que carrega o nome "filósofo". Estou mais para um errante... um errante que pensa, se é que tal categoria pode subsistir em algum ente. Ainda que ela não exista e ainda que nada a faça subsistir, é assim que me vejo: um errante que pensa. Com essas duas "palavras", não mais do que meras palavras, em um mundo que a linguagem nos sucumbiu, me (des)qualifico e me (des)explico. Quando digo "que pensa", não me refiro a nenhuma categoria dos modelos de racionalidade canonizados pela história do pensamento humano. Não é uma volta ao Cogito Cartesiano. Muito pelo contrário, é uma crítica aos diversos Cogitos e as diversas críticas aos Cogitos que, por fim, também, acabaram se tornando Cogitos. "Que pensa", aqui, está mais para uma "inconformidade", uma irrepresentação, uma inquietação, uma aberração. Um impulso de intolerância para comigo mesmo, e muitas das vezes para com os outros. Um modo de ser irrequieto, uma besta não quista, um tiro pela culatra, um jeito sem jeito. Tudo isso é o pensar. É uma manifestação que corroi e que não me deixa em paz. É um monstro dentro de mim que me diz o tempo inteiro: "fale!!!". Não faz parte de mim, e, ao mesmo tempo, sou eu mesmo, se é que posso dizer "sou eu". Isto é o pensar. É o colocar para fora aquilo que me faz vomitar, não só palavras, pensamentos e linguagens, mas também algo pior, a mim mesmo. Sou este "que pensa", sou este que é assolado por uma peste, por uma doença e por uma des-graça, se é que ainda existem tais coisas-pois em tempos como os nossos, nem os deuses merecem nossa companhia. E não há como não pensar, pois não há como sair de mim aquilo que de mim sai. Não há sossego, não há quietude, só um vulcão que sempiternamente está em erupção. Que me faz sentir vivo e morto-vivo pois ele expurga de dentro de mim toda minha imundice que sou eu e morto pois quando vejo o que saiu de mim, não encontro nada. Não há sossego e por isto eu vago.... E vagantemente eu erro. E por isso sou errante. Só na errância que o pensar me deixa em paz. Só quando me assumo e vivo como um peregrino é que me quieto, pois é quando me centro em mim que posso ser. A errância é esta condição, maldita condição, de ser-todo-para-mim. É o momento de quietude pois estou comigo mesmo, ainda que
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Resenha Crítica de 'A ilusão do desenvolvimento' de Giovanni Arrighi de 1997.
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